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Manifesto
We are unconsciously victims of
the media, constantly exposed to limited and unrealistic aesthetic values. We
try to “fit in” and when we fail, we get frustrated, starting a self-esteem
corrosion process.
Two years ago I've started to post naked pictures of myself in my old tumblr account. Besides I be the most accessible model to give life to my projects, expose my body is like a “shock therapy” to my self-steem. No matter what's your body type, there will always be someone who thinks you're attractive and someone who thinks you're ugly. It is a matter of individual preference. We can’t please everyone.
Among criticisms and compliments I've started to see that I wasn’t the monster that the media made me think I was. I’ve learned how to face my ears size, my thick thighs, my rough skin, my thin arms and my small testicles. Even after so many pictures exposing my body and improving my self-acceptance, my belly still bothered me. But now is time to transcend the shame and accept myself through and through.
I'm not pretty nor ugly. I'm different.
I haven't qualities nor defects. I have traits.
As anyone else.
Somos inconscientemente vitimas da midia, constantemente expostos à valores estéticos limitados e por vezes irreais. Tentamos nos encaixar e quando não conseguimos nos frustramos, dando inicio a um processo de corrosão de nossa auto-estima.
Ha dois anos comecei a publicar fotos nu em meu antigo tumblr. Além de eu ser o modelo mais acessível para dar vida aos meus projetos, expor meu corpo é como uma “terapia de choque” para minha auto-estima. Não importa o seu biotipo, sempre haverá alguém que te acha atraente e alguém que te acha feio. É uma questão de preferencia individual. Não podemos agradar a todos.
Entre críticas e elogios comecei a ver que não era o monstro que a mídia me fez pensar ser. Aprendi a lidar com o tamanho das minhas orelhas, minhas coxas grossas, minha pele aspera, meus braços finos e meus testículos pequenos. Mesmo depois de tantas fotos expondo meu corpo e melhorando minha auto-aceitação, minha barriga ainda me incomodava. Mas acho que chegou a hora transcender o pudor e me aceitar por completo.
Não sou mais bonito e nem mais feio. Sou diferente.
Não tenho qualidade nem defeitos. Tenho caracteristicas.
Assim como todos.
Two years ago I've started to post naked pictures of myself in my old tumblr account. Besides I be the most accessible model to give life to my projects, expose my body is like a “shock therapy” to my self-steem. No matter what's your body type, there will always be someone who thinks you're attractive and someone who thinks you're ugly. It is a matter of individual preference. We can’t please everyone.
Among criticisms and compliments I've started to see that I wasn’t the monster that the media made me think I was. I’ve learned how to face my ears size, my thick thighs, my rough skin, my thin arms and my small testicles. Even after so many pictures exposing my body and improving my self-acceptance, my belly still bothered me. But now is time to transcend the shame and accept myself through and through.
I'm not pretty nor ugly. I'm different.
I haven't qualities nor defects. I have traits.
As anyone else.
Somos inconscientemente vitimas da midia, constantemente expostos à valores estéticos limitados e por vezes irreais. Tentamos nos encaixar e quando não conseguimos nos frustramos, dando inicio a um processo de corrosão de nossa auto-estima.
Ha dois anos comecei a publicar fotos nu em meu antigo tumblr. Além de eu ser o modelo mais acessível para dar vida aos meus projetos, expor meu corpo é como uma “terapia de choque” para minha auto-estima. Não importa o seu biotipo, sempre haverá alguém que te acha atraente e alguém que te acha feio. É uma questão de preferencia individual. Não podemos agradar a todos.
Entre críticas e elogios comecei a ver que não era o monstro que a mídia me fez pensar ser. Aprendi a lidar com o tamanho das minhas orelhas, minhas coxas grossas, minha pele aspera, meus braços finos e meus testículos pequenos. Mesmo depois de tantas fotos expondo meu corpo e melhorando minha auto-aceitação, minha barriga ainda me incomodava. Mas acho que chegou a hora transcender o pudor e me aceitar por completo.
Não sou mais bonito e nem mais feio. Sou diferente.
Não tenho qualidade nem defeitos. Tenho caracteristicas.
Assim como todos.
self portrait by Bruno Archie
thanks Eduardo Farias for the help
Tecnologia do Blogger.

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